
Quinta é noite de Libertadores no Rio. O Flamengo abre as quartas de final contra o Estudiantes e a cidade já sente o clima. É aquela energia de jogo grande: bandeiras, ansiedade e a cabeça do torcedor em contagem regressiva. O pontapé inicial está marcado para 21h30 (de Brasília), no Maracanã. O duelo é o primeiro capítulo de uma série que vai decidir quem segue sonhando alto no continente.
Se você quer acompanhar tudo, anota aí: ESPN (TV fechada) e Disney+ (streaming) transmitem ao vivo a partir das 21h30. É o tipo de jogo para sentar antes, preparar o ritual e curtir a atmosfera do Maraca lotado.
Flamengo e Estudiantes têm história. Foram oito jogos oficiais, todos pela antiga Supercopa dos Campeões da Libertadores: três vitórias do Flamengo, uma do Estudiantes e quatro empates. O último encontro foi em 29 de setembro de 1994, quando os argentinos venceram por 2 a 0. Passou muito tempo desde então. A noite de hoje é outra página, com elenco, ideias e ambições diferentes. O que fica é a lição: argentino gosta do jogo pesado, de duelo físico, de detalhe que muda tudo.
O Flamengo chega forte. A equipe vem de eliminação do Internacional com autoridade e mantém o embalo do Brasileirão. A expectativa é de grupo quase completo para Filipe Luís. Léo Ortiz volta após suspensão, e Alex Sandro, Varela e Jorginho tendem a estar aptos. O único desfalque citado é Pulgar.
Provável Flamengo: Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Alex Sandro (Ayrton Lucas); Saúl, Jorginho (De la Cruz) e Arrascaeta; Plata, Pedro e Samuel Lino.
A engrenagem rubro-negra vive de duas ideias simples: pressão alta para recuperar rápido e posse qualificada para entrar tocando. No Maracanã, isso costuma crescer. Se o meio estiver conectado e a primeira linha agressiva, o time encontra Pedro entre linhas e abre o corredor para Lino ou Plata atacarem o espaço.
Do outro lado, a equipe de La Plata chega com força máxima. Isso significa elenco completo e um jogo pensado para competir cada duelo, diminuir ritmo quando necessário e explorar transições. O Estudiantes geralmente se sente confortável no embate físico e tenta levar a disputa para os detalhes.
Provável Estudiantes: Muslera; Gómez, González Pírez, Rodríguez e Arzamendía; Ascacíbar, Amondarain, Palacios, Sosa e Cetré; Farías.
Quartas de final têm outra temperatura. O Flamengo precisa impor volume e, ao mesmo tempo, controlar a ansiedade. Bola parada ofensiva e defensiva vira ponto-chave. Transição defensiva também: perdeu, pressionou; não recuperou, bloco baixo imediatamente. É o tipo de jogo que se decide em dois ou três lances bem executados.

Com vantagem técnica, Maracanã cheio e elenco mais profundo, a tendência é o Flamengo criar mais e abrir vantagem. Palpite FlaNext: vitória rubro-negra por 3 a 0, com construção paciente e acelerações pelos lados. Em La Plata, o cenário muda, mas um bom resultado hoje desenha a série.
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