
Mais do que uma data, uma religião chamada Flamengo
Hoje, 28 de outubro, o coração rubro-negro bate mais forte.
É o Dia do Flamenguista, uma data que vai além do futebol.
É sobre fé, identidade, pertencimento e amor incondicional — sentimentos que não se explicam, apenas se sentem.
O flanext.com.br, a casa digital da Nação, celebra esse dia com orgulho, reverência e emoção. Porque ser flamenguista não é uma escolha racional. É um destino.
Desde as primeiras remadas no remo até os títulos históricos no Maracanã, o Flamengo construiu algo que vai além de um clube: construiu uma nação. Uma força popular que atravessa gerações, bairros, fronteiras e classes sociais.
O Dia do Flamenguista é celebrado em 28 de outubro por uma razão simbólica e sagrada: é o Dia de São Judas Tadeu, o padroeiro do Flamengo — conhecido também como o santo das causas impossíveis.
A devoção começou ainda nos anos 1950, quando o time atravessava momentos difíceis. Em meio à incerteza, os torcedores começaram a se reunir na Igreja de São Judas Tadeu, no Cosme Velho (Rio de Janeiro), pedindo ajuda ao santo.
E o improvável aconteceu: o Flamengo conquistou o tricampeonato carioca (1953, 1954 e 1955).
Desde então, a relação entre o clube e o santo virou parte do DNA rubro-negro. A fé passou a caminhar lado a lado com o futebol. Em cada arquibancada, em cada oração antes do jogo, há sempre um flamenguista olhando pro céu e dizendo:
“São Judas Tadeu, dá uma força pro Mengão hoje!”
Nenhum outro clube no mundo tem uma conexão tão mística entre o sagrado e o profano.
O Flamengo é o time do povo — e o povo tem fé.
A missa de São Judas Tadeu, celebrada todos os anos em 28 de outubro, reúne milhares de fiéis vestidos de vermelho e preto. É um espetáculo de religiosidade e emoção.
As camisas do Flamengo se misturam às velas acesas, e os gritos de “Meeeeengoooo!” ecoam dentro da igreja como um cântico de devoção.
Mais do que superstição, é uma demonstração de como o Flamengo se tornou parte da vida espiritual de milhões de brasileiros.
Ser flamenguista é acreditar até o último minuto. É ter esperança mesmo quando parece impossível.
E é justamente essa fé que transforma cada partida em uma nova história de superação.
Em 2007, o então prefeito César Maia sancionou a Lei nº 4.871, proposta pelo vereador Jorge Mauro, que instituiu oficialmente o Dia do Flamenguista no calendário da cidade do Rio de Janeiro.
A justificativa era simples — e irrefutável:
O Flamengo é parte fundamental da identidade carioca e símbolo da cultura popular brasileira.
O reconhecimento veio em um momento emblemático: o ano da arrancada no Campeonato Brasileiro de 2007, quando o time, comandado por Joel Santana, saiu das últimas posições e terminou entre os primeiros — empurrado pela força das arquibancadas.
O decreto foi a consagração de algo que já estava escrito há décadas: o Flamengo não é apenas um time. É uma expressão social, cultural e espiritual do povo.
Todo flamenguista tem uma história.
Pode ser o avô que viu Zico no Maraca.
O pai que chorou com a Libertadores de 2019.
Ou o filho que aprendeu a cantar “Uma vez Flamengo, sempre Flamengo” antes mesmo de saber ler.
O Dia do Flamenguista é sobre todos eles.
Sobre o primeiro manto comprado com o salário apertado.
Sobre o rádio ligado no domingo.
Sobre as lágrimas, os abraços, as viradas.
É o dia de olhar pra trás e lembrar que não existe ex-flamenguista.
Quem é, será pra sempre.
É a Nação Rubro-Negra em formato digital — com fé, humor e inovação.
O 28 de outubro é o dia de celebrar a chama que nunca se apaga.
A paixão que move multidões.
A fé que desafia a lógica.
Ser flamenguista é acreditar quando ninguém acredita.
É transformar o impossível em história.
É sorrir, chorar, gritar, cantar e — acima de tudo — acreditar.
Como diz a tradição:
“O Flamengo não tem torcedores. Tem devotos.”
Parabéns, Nação Rubro-Negra.
Parabéns a cada homem, mulher e criança que carrega o manto com orgulho.
Parabéns a quem acredita, vibra e faz do Flamengo um dos maiores clubes do planeta.
Feliz Dia do Flamenguista! ❤️🖤






