Mauro Cezar defende postura de Bap e diz que “obrigação do presidente é proteger o Flamengo”

Jornalista comenta crise da Libra e elogia dirigente rubro-negro por se posicionar diante de ataques de outros clubes

O comentarista Mauro Cezar Pereira, em participação no UOL News Esporte, afirmou que o presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista (Bap), cumpre seu papel ao defender o clube em meio às disputas e tensões que envolvem a Libra, associação responsável pelos direitos de transmissão de parte dos clubes da Série A.

Segundo Mauro, Bap demorou a se manifestar, mas agiu corretamente ao rebater críticas e se posicionar contra o que considera uma condução desequilibrada da liga. “A obrigação de Bap é defender o Flamengo. Ele demorou um pouco, mas está fazendo o que todo presidente deve fazer: proteger os interesses do seu clube”, avaliou.

Crise na Libra e acusações de parcialidade

Em entrevista exclusiva concedida ao jornalista Rodrigo Mattos, do UOL, Bap afirmou que “a liga é palmeirense”, em referência à Leila Pereira, presidente do Palmeiras e figura central nas negociações da entidade. A fala gerou forte reação, inclusive com notas oficiais de repúdio de outros clubes, como Vasco e Palmeiras.

Mauro Cezar contextualizou a crise, lembrando que a Libra enfrenta problemas de transparência, critérios de divisão de receitas e governança. Para ele, a disputa não se limita ao campo esportivo, mas também envolve interesses políticos e financeiros.

“O que o Bap falou é verdade, mas é verdade para ele também, para o Casares, para todos os presidentes. Cada um defende o seu lado e só trabalha em união se todo mundo concorda com o que ele está falando”, analisou o jornalista.

Bap tenta reposicionar o Flamengo

Bap vem articulando nos bastidores uma revisão nos modelos de distribuição das cotas de TV dentro da Libra, argumentando que o Flamengo — por sua representatividade e audiência — deve ter participação mais justa nos valores. A diretoria rubro-negra também obteve uma liminar que bloqueou o repasse de R$ 77 milhões a outros clubes, acirrando ainda mais a disputa interna.

Contexto político mais amplo

A fala de Mauro reforça o clima de polarização no futebol brasileiro, com Flamengo, Palmeiras e Vasco no centro de uma guerra política que mistura bastidores, mídia e governança. Para o comentarista, Bap “não faz nada além do que se espera de um dirigente de um grande clube”.

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