
Se liga na história mais absurda do futebol mundial! Como um clube de regatas virou essa potência que a gente ama. Uma jornada de heróis, títulos e muita raça!
E aí, Nação? Tranquilidade? Hoje a parada é séria. Vamos trocar uma ideia sobre a nossa certidão de nascimento, o nosso DNA. Como que o Flamengo, esse bagulho doido que faz a gente pirar, nasceu e virou… bem, o FLAMENGO? Puxa a cadeira, pega o Manto e vem comigo nessa viagem no tempo.
Tá ligado que o Flamengo não nasceu no gramado, né? A fita toda começou na água. Em 17 de novembro de 1895, uma galera da elite carioca, que adorava uma remada na Baía de Guanabara, fundou o Grupo de Regatas do Flamengo. O futebol? Ih, isso veio depois.
A molecada do remo era braba, ganhava tudo. Mas a magia do futebol já tava contagiando o Rio de Janeiro. Em 1911, rolou uma treta sinistra lá no Fluminense, e um grupo de jogadores de lá, liderados por Alberto Borgerth, decidiu vazar. Eles queriam um lugar pra jogar e pensaram: “E se a gente montasse um time de futebol naquele clube de regatas que já é famoso pra caramba?”. Dito e feito. Em 1912, nascia oficialmente o time de futebol do Clube de Regatas do Flamengo. O resto, meu amigo, é a história mais linda que já foi escrita.

Demorou nada pra Nação começar a soltar o grito de “campeão”. Em 1914, veio o primeiro Campeonato Carioca. A partir daí, o Mengão virou uma máquina de taças. Nomes como Leônidas da Silva, o “Diamante Negro”, e Domingos da Guia, o “Divino Mestre”, começaram a forjar a identidade de um time que jogava bonito, pra frente.
Mas o grande pulo do gato, o que fez o Flamengo virar essa massa de gente, foi a chegada do Zizinho, o “Mestre Ziza”, nos anos 40. O cara era um gênio. Com ele, veio o primeiro tricampeonato carioca (1942-43-44). O Maracanã foi construído e, com ele, o Flamengo encontrou seu salão de festas. A torcida crescia de um jeito absurdo. Já não era só um time do Rio; era o time do povo.
Se liga. Chegamos na parte que até arrepia. Anos 70 e 80. Um moleque franzino, lá de Quintino, chamado Arthur Antunes Coimbra, começou a destruir nos campos. O nome dele? Zico. O Galinho não era só um jogador, ele era O JOGADOR.
Com ele, e uma seleção de monstros como Júnior, Leandro, Adílio, Andrade e Nunes, o Flamengo parou de ser apenas o time do povo e virou o time do MUNDO.
Essa geração ainda ganhou os Brasileiros de 80, 82, 83… Era covardia. Eles não jogavam futebol, eles faziam arte.
Nem tudo são flores, né? Os anos 90 e 2000 foram de altos e baixos. Ganhamos o Brasileiro de 92 com o maestro Júnior voando aos 38 anos. Vimos o baixinho Romário deitar e rolar. Mas também passamos uns perrengues, umas crises.
Mas a Nação nunca abandonou. E foi na raça que vieram momentos inesquecíveis. Quem não se lembra do gol de falta do Petkovic, aos 43 do segundo tempo, que nos deu o tri-carioca em 2001 em cima do Vasco? Ou do gol do Angelim, o “Magro de Aço”, que nos deu o hexa brasileiro em 2009? Esses momentos mostraram a força do Flamengo: a gente sofre, a gente luta, mas a gente sempre volta.
A partir de 2013, o clube começou uma arrumação financeira sinistra. “Pagar as contas” virou o lema. A torcida entendeu, apoiou. O resultado? O Flamengo virou uma potência de novo.
E em 2019… ah, 2019. Sob o comando do gringo Jorge Jesus, o “Mister”, o time jogava por música. Gabigol, Bruno Henrique, Arrascaeta, Everton Ribeiro… Eles redefiniram o que era jogar futebol no Brasil. Ganhamos o Brasileiro com o pé nas costas. E a Libertadores? Aquela final em Lima, contra o River Plate, parecia perdida. Mas em dois minutos, Gabigol fez dois gols e virou o jogo. Uma loucura, uma catarse. A América era nossa de novo! E em 2022, a terceira Liberta veio, consolidando uma nova era de ouro.
A história do Flamengo não é só sobre títulos. É sobre paixão, sobre um povo. É sobre nunca desistir. E essa história, meu amigo, está longe, muito longe de acabar.






